Visto de Estudante
A porta de entrada mais comum: estudar em curso registrado no CRICOS e poder trabalhar até 48 horas por quinzena.
Taxa principal
A$2.500
Processamento
Guia oficial: 50% em 16 dias e 90% em 4 meses (ensino superior). Varia por setor de ensino.
Residência
Temporário; não é, por si, um caminho para residência
Para quem é este visto
Quem quer estudar inglês, curso técnico (VET), graduação ou pós-graduação na Austrália em instituição registrada no CRICOS.
O que o governo exige
- eCoE ativo (carta de aceite de uma instituição registrada no CRICOS)
- Atender ao requisito Genuine Student, que substituiu o antigo GTE em 2024
- Comprovar recursos para o custo de vida (AUD $29.710 por ano para o estudante), além do primeiro ano de curso e das passagens
- Inglês conforme o curso — em geral IELTS a partir de 6.0
- OSHC (seguro saúde) contratado por todo o período do visto
- Respeitar o limite de 48 horas de trabalho por quinzena durante as aulas
- Desde 02/10/2026, em regra não é possível incluir parceiro(a) ou filhos no pedido, salvo exceções específicas (como doutorado); familiares também não podem ser adicionados depois da concessão
- Desde 02/10/2026, a maioria dos titulares de outros vistos temporários precisa estar fora da Austrália ao aplicar e na concessão; quem já tem visto de estudante só aplica de dentro do país em exceções específicas
Quanto custa
Taxas governamentais do requerente e dos dependentes. Não incluem tradução, exames, inglês nem custo de instalação.
Requerente principal
A$2.500
Cursos só de inglês (ELICOS) e non-award: A$2.050. Pedido feito dentro da Austrália por quem já tem visto temporário pode ter cobrança adicional de A$700.
Valores do ciclo 2026–27, vigentes desde 01/07/2026 e conferidos em 24/10/2026. As taxas mudam em 1º de julho de cada ano. Prazos: guia oficial de processamento do Home Affairs, consultado em 24/10/2026 — é uma referência, não uma garantia.
E depois deste visto?
É um visto temporário de estudo e não leva à residência por si só. Para algumas pessoas, faz parte de uma trajetória mais longa — por exemplo, 485 e depois vistos de trabalho ou por pontos —, em que cada etapa tem requisitos próprios.
Erros que custam caro
O que a gente mais vê dar errado — e que raramente aparece nos sites de agência.
Tratar o Genuine Student como redação livre — hoje são perguntas objetivas dentro do formulário
Subestimar a prova financeira, que inclui custo de vida, primeiro ano de curso e passagens
Escolher curso por preço, sem olhar se ele abre caminho para o 485 ou para a sua ocupação
Contar com o trabalho para se sustentar desde o primeiro mês, ignorando o custo de instalação
O visto 500 faz sentido para você?
Regra geral não decide caso particular. Em uma sessão a gente olha o seu perfil inteiro — profissão, idade, família e orçamento — e diz qual caminho é realmente viável.